Tinha programado um conteúdo bacana pra essa semana, mas não tem como fugir do assunto, né? Então vamos lá.
Religião é o nome dado ao conceito de denominações as quais pessoas se identificam, por exemplo, budistas, evangélicos, umbandistas, afim de exercerem sua fé.
Religiosidade é essa praga que faz as pessoas se acharem no direito de selecionar o que lhe convém da religião, seja ela qual for, afim de destruir pessoas.
O que vem acontecendo referente a essa CRIANÇA, se trata de uma alienação grotesca de extremistas que não podem ser considerados parte de uma religião, mas sim, doutrinados pela religiosidade.
A religião tem o intuito de aproximar o homem da sua divindade, aquilo que ele acredita ser o seu ser superior, lhe despertar o melhor e lhe ensinar a fazer e ser o melhor.
Eu, que creio em Deus, que faço parte de uma denominação evangélica, não de hoje, venho ficando abismada com a capacidade do ser humano de usar o nome de Deus para mascarar sua podridão. A perplexidade tem tomado conta de mim, todas as vezes que vejo pessoas que deveriam pregar o amor, incitando ódio.
Gente que, em nome de um deus que desconheço, se apossa do que lhe convém para degladiar seu próximo, enquanto esconde sua própria sujeira e pecado debaixo do tapete.
Lembrando apenas que o vento sempre bate, e espalha toda a poeira escondida por aí.
É julgando que automaticamente, se é julgado. É condenando que se é condenado.
O problema não é Deus. Pra mim, pra minha fé, pra o que eu acredito, ele é a solução.
O problema são as pessoas.
Priscila Calheiros