Que a gente não busque desculpas para não nos amarmos como deveríamos.
Que a gente não se esconda atrás do preconceito de ninguém.
Que a gente se orgulhe do que vermos quando olharmos no espelho.
Que a gente se acolha mesmo quando pensarmos em desistir.
Que a gente segure nossas mãos e não nos deixa cair.
Que a gente se ame tanto ao ponto de não enxergarmos os padrões alheios.
Que a gente se respeite tanto a ponto de amar até mesmo aquilo que achamos que é imperfeição.
Que a gente seja o amor da nossa própria vida e aprenda a se aceitar, da forma que somos, pois é o melhor que podemos ser.
Priscila Calheiros