quarta-feira, 30 de julho de 2014
[+] Saudade de saber como viver...
Aprendemos que devemos ser duros e acabamos por perder a essência de pureza que temos quando pequenos, e a vida vai passando e quando vemos, já perdemos quase tudo. Nos colocamos em grades e achamos que quanto mais sozinhos e autosuficientes, melhor estaremos, porém estamos enganados. Quando crianças somos felizes exatamente porque sabemos dar importância às pessoas e aos momentos. Não trocamos e nem abrimos mão de nossos amigos e muito menos perdemos tempo com brigas e desentendimentos, mas acima de tudo, vivemos cada segundo como se fosse o segundo em que nossa mãe chama a gente pra entrar e a brincadeira acaba. Não perdemos tempo, tudo o que vivemos é ganho. E infelizmente, nós esquecemos disso quando crescemos.
Nós esquecemos de ser criança e nos tornamos adultos, sem saber como viver.
Priscila Calheiros
terça-feira, 22 de julho de 2014
Ah, Jorge... porque seus poemas são tão meus?
Você chegou te reconheci
Já havia estado alí,
Você é a minha certeza
Logo te gostei
Beijei a sua face até sentirmos o amor mais puro e perfeito,
Desejei parar o tempo
Os segundos corriam de mim
Quase que te levando embora,
E eu vivia-os como se durassem minutos, dias, horas, sempre...
Sempre?
Pra mim, sempre é tudo que agora se faz eterno.
Saulo Fernandes
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Livro/filme mais lindo e perfeito que já li/assisti.
- Podemos nos ver de novo? - perguntou, e havia um nervosismo fofo na voz dele.
Sorri.
- Claro.
- Amanhã?
- Paciência, Gafanhoto - aconselhei. - Assim vai parecer que você está ansioso demais.
- Exatamente. Foi por isso que falei "amanhã". Quero ver você de novo hoje à noite. Mas estou disposto a esperar a noite toda e boa parte do dia de amanhã. Revirei os olhos.
- Estou falando sério - ele disse.
- Você nem me conhece direito. - Peguei o livro de dentro do console. - Que tal se eu ligar para você assim que acabar de ler isto?
- Mas você não sabe qual é o número do meu telefone. - ele disse.
- Tenho motivos para acreditar que você anotou o número no livro.
Ele abriu aquele sorriso meio bobo.
- E você ainda diz que a gente não se conhece direito.
A culpa é das estrelas, p. 39/40.