segunda-feira, 22 de abril de 2013

Eu gosto da liberdade, ela nos leva longe. (Priscila Calheiros)


"Sentiria saudades sua até sem te conhecer."


[+] Gente que se frustra e posta no Facebook.


Definitivamente, as pessoas não sabem usar as redes sociais. Mencionarei o Facebook, porque posso falar com propriedade sobre o assunto. É uma lamentação, uma “sofrência” que chega dá nojo. Uma semana a pessoa está amando forevermente, na outra, está “solteira, mas feliz!”. Apoio o fato de que o Facebook é da pessoa e ela posta o que quiser, mas vamos combinar que está faltando um chá de semancol pra certas pessoas. E o que dizer das indiretas? Pro carinha que deu um fora, pra amiga que pisou na bola, pro porteiro porque demorou de entregar as correspondências...
Infelizmente, o Facebook se tornou uma lata de lixo, adornada de indiretas, bobagens do tipo “partiu, vou cagar”, fotos de gente morta, vídeo e fotos de pornografia, compartilhamentos de gente que vai ser ajudada com 0,03 centavos a cada compartilhamento, mudanças de status de relacionamento pra mostrar o quão inconstante e sem valores as pessoas são, convites pra jogar guerra nas galáxias e etc.
Ainda tem aquelas pessoas que só vivem se decepcionando e postam com o intuito de que seus amigos venham até elas perguntar o que houve e quem decepcionou. Gente sem noção que não sabe ouvir ou muda tudo o que lhe foi dito e vai chorar suas pitangas pra todo mundo ver. Gente que se faz de coitado e vive da piedade dos outros.
E pra ferrar de vez, tem os tirados a inteligentes que postam críticas sobre isso e aquilo, mas faz tudo de “errado” que criticou.
Como eu já disse antes, é seu e você posta o que quiser, até porque eu posto bobagens e idiotices sempre, mas acho que cabe a cada um ter bom censo e noção do ridículo, tudo tem limite! Por conta dessas coisas, aderi à idéia sensacional do não-gostei-to-excluindo e vou viver feliz com menos gente idiota tirando ondinha de meu amigo.



Priscila Calheiros

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Por Tatiana Lackmann [Concordo plenamente!]


"Permita-o sonhar. Depois, a vida, no tempo certo, apresenta a realidade a ele..."

Deixe seu filho comer chocolate sempre que quiser. Não o limite com coisas banais.
Elogie seus desenhos, mesmo que não entenda bem do que se trata. Não cause frustrações.
Não diga que seus heróis não existem. Não o irrite à toa.
Deixe-o pensar que o Papai Noel existe, até que ele mesmo descubra a verdade. Isso se chama: caminhar com os próprios pés.
Permita-o sonhar. Depois, a vida, no tempo certo, apresenta a realidade a ele.
Deixe-o tomar banho de chuva, mas depois o aqueça. É bom sentir-se livre.
Não conte a ele sobre política, até que ele saiba distinguir o certo do errado, o honesto do corrupto.
Não o compare com outras crianças, pois é assim que os primeiros sintomas de egoísmo ou inveja surgem. Deixe a competição de lado, pelo menos por enquanto.
Não pode suas iniciativas. Assim como uma planta, seu filho precisa crescer. Contrariar essa regra poderia inibir qualquer manifestação futura de criatividade ou desenvoltura.
Proporcione o hábito da leitura. Mas não o castigue se ele preferir mesmo brincar de pique-pega. São coisas da idade, depois passa.
Ensine-o a ter mais carinho com os animais. Mesmo que ele não pretenda ser veterinário, esse mesmo carinho será muito útil às pessoas ao redor.
Provoque a obediência de seu filho, porém diga “não” somente quando esta for a melhor alternativa. De qualquer jeito, ele obedecerá a um “não” ou a um “sim”.
Conceda o perdão, dê apoio, ofereça seu ombro, faça um cafuné.
Preserve a amizade. É ela que permitirá a você ter conhecimento de quase todos os segredos dele no futuro. Quase todos, porque você há de convir que há segredos dispensáveis ao seu conhecimento.
Jamais o ofenda em uma daquelas extensas lições de moral. Magoar não acrescenta sentimento à discussão.
Enfim, ame intensamente, não forneça carências. A vida não tapará os buracos que você deixar, a pior falta é sempre a sentimental.
E nunca se esqueça: a felicidade dele é a sua!

(Aline M. Abdalah)

terça-feira, 9 de abril de 2013

Incrivelmente, um texto que fala exatamente o que sinto.

A síndrome dos 20 e tantos

"Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!

Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.

De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.

O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…

Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…

Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?"

(Autor Desconhecido)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Sensibilidade de Clarissa Corrêa.

Falta um bocado de coisa neste mundo. E sobra outro tanto. Falta bom senso. Falta verdade. Falta respeito. Falta vontade. Falta educação. Falta saúde. Falta amor. Falta sinceridade. Falta igualdade. Falta paixão pelas coisas e pelas pessoas. Sobra egoísmo. Sobra estupidez. Sobra crueldade. Sobra desonestidade. Sobra preguiça. Sobra falta de caráter. Sobra achar que o mundo inteiro tem culpa das suas pequenas derrotas. Ainda dá tempo de mudar. E as mudanças, ainda que pareçam invisíveis num primeiro momento, começam dentro da gente. Sim, é clichê, banal, frase feita e o escambau: mas tudo começa aqui dentro, aí dentro. Uma hora a gente tem que fazer acontecer, senão a vida passa e acontece sozinha, sem o personagem principal, que é você.

Clarissa Corrêa

_A rainha sempre protege o rei_

“Todo homem precisa de uma mulher nas horas difíceis, por que é como num jogo de xadrez. A rainha sempre protege o rei.”