quinta-feira, 28 de maio de 2020

Foi sempre eu por mim


Tenho muito orgulho de quem eu sou, de quem me tornei, de tudo que  conquistei.
Meus amigos e algumas pessoas que passaram pelo meu caminho foram super necessárias para chegar onde cheguei, mas eu mesma fui imprescindível nessa caminhada.
Eu, meus processos, minhas derrotas, minhas conquistas, meus desencantos, meus sonhos. Tudo aqui dentro.
Eu sempre estive aqui comigo.
Mesmo quando não me reconhecia.
Mesmo quando não me entendia.
Mesmo quando não me enxergava.
Era eu. Sou eu. Sempre serei eu.
Nós precisamos aprender (ou reaprender) a nos respeitarmos. A cuidar mais de nós.
A nós abraçarmos, sermos nosso próprio afago, nosso melhor e mais importante lugar.
Temos que aprender a sermos mais leves, menos julgadores de si mesmo. A sermos mais tolerantes, mas compreensivos com nosso próprio eu.
Nascemos, crescemos, convivemos, florescemos, morremos, tudo isso, em nós mesmos. Somos os únicos que estamos aqui, sempre.
Então, vamos tratar de cuidar e amar esse ser que em nós habita, e nunca vai embora, e cuida de nós incansavelmente, e segura as pontas (mesmo aquelas mais difíceis) e se desconstrói e reconstrói quantas vezes for preciso, mas permanece em nós e por nós. Sempre. 🌷

Priscila Calheiros

domingo, 24 de maio de 2020

Se permita sentir

Infelizmente, nós, seres humanos, temos uma tendência a reprimir sentimentos, sejam eles bons ou ruins.
Desde pequenos somos condicionados a maneirar o volume do choro, não chorar em público, o choro em si é incansavelmente questionado, sentir saudade muitas vezes é sinal de fraqueza, expressar sentimentos por alguém é papel de besta.
Desde o "engole o choro" depois de apanhar, até o "não fique assim" após perder alguém (pra vida ou pra morte) ou numa depressão. Em resumo, não podemos sentir.
Tem que ser forte, tem que segurar a barra, tem que ser super herói ou super heroína. Não temos um segundo de paz para sermos os seres humanos que, de fato, somos.
Mas, avaliando a origem disso, podemos nos dar conta de que essa limitação ao sentir nos é devidamente ensinado por quem vem antes de nós.
Pessoas que, por sua vez, também foram podadas no sentir. Uma bola de neve de repressão do ser e do sentir que nos faz pensar sermos robôs, ao invés de humanos.
Sim, é assim que uma pessoa tende a ser com tantos nãos e mais nãos.
Alguém te desautoriza a sentir e vamos acumulando dores, sensações, sentimentos, vida dentro de nós.
Então, lembre-se que você pode sentir. Você pode chorar. Você pode amar. Você pode exercer a sua principal função na vida que é ser um ser humano. Você pode!
Eles não precisam entender, aceitar, estar com você nisso. Esse é um processo único e exclusivamente seu.
Se permita sentir. Se permita ser.

Priscila Calheiros



sábado, 23 de maio de 2020

Caminhe com quem acredite em você

Caminhe com quem acredita em você. Com quem celebra suas conquistas. Com quem te ajuda a subir degrau por degrau.
Caminhe com quem tem a mesma visão, seja ela de galinha ou de águia, que te console nos momentos difíceis, mas que, acima de tudo, reconheça sua força e exalta seu sucesso.
Precisamos andar na rota dos nossos sonhos, sem incluir obstáculos humanos.
Só é digno de estar com você quem é digno de estar com você.


Priscila Calheiros


quinta-feira, 14 de maio de 2020

Será que o depois virá?


Será que tudo aquilo que deixamos para ser e fazer depois, será possível ser e fazer DEPOIS?
E se o depois não chegar? Ou se as prioridades mudarem? (e sempre mudam!)
E se for tarde demais? E se não tiver a possibilidade de novo?
Precisamos parar de viver como se nunca fôssemos morrer. Parar de viver como se fôssemos sempre ter mais tempo, mais oportunidades.
Precisamos parar de existir, sobreviver, sub-existir e começar a VIVER.
Precisamos viver o agora, de verdade, agarrar as oportunidades, os presentes que a vida nos dá. Não deixar para depois, para a próxima, para quando tivermos as condições perfeitas. Nunca teremos. Nós é que fazemos as condições imperfeitas serem favoráveis.
Precisamos viver o presente que é o PRESENTE, deixar para viver o futuro quando ele chegar. Aqui e agora. Hoje.


Priscila Calheiros