Tenho muito orgulho de quem eu sou, de quem me tornei, de tudo que conquistei.
Meus amigos e algumas pessoas que passaram pelo meu caminho foram super necessárias para chegar onde cheguei, mas eu mesma fui imprescindível nessa caminhada.
Eu, meus processos, minhas derrotas, minhas conquistas, meus desencantos, meus sonhos. Tudo aqui dentro.
Eu sempre estive aqui comigo.
Mesmo quando não me reconhecia.
Mesmo quando não me entendia.
Mesmo quando não me enxergava.
Era eu. Sou eu. Sempre serei eu.
Nós precisamos aprender (ou reaprender) a nos respeitarmos. A cuidar mais de nós.
A nós abraçarmos, sermos nosso próprio afago, nosso melhor e mais importante lugar.
Temos que aprender a sermos mais leves, menos julgadores de si mesmo. A sermos mais tolerantes, mas compreensivos com nosso próprio eu.
Nascemos, crescemos, convivemos, florescemos, morremos, tudo isso, em nós mesmos. Somos os únicos que estamos aqui, sempre.
Então, vamos tratar de cuidar e amar esse ser que em nós habita, e nunca vai embora, e cuida de nós incansavelmente, e segura as pontas (mesmo aquelas mais difíceis) e se desconstrói e reconstrói quantas vezes for preciso, mas permanece em nós e por nós. Sempre. 🌷
Priscila Calheiros