segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Dia da minha vidaaaaa!!!

Hoje o dia é todo dele e só posso dizer: Obrigada, Deus, por me permitir vive-lo!
8 anos, amor! 8 anos que te amo mais que tudo. 8 anos que renasci pra ver você nascer!!!
Hoje, assim como nos outros anos, tive o privilégio de orar por você entregando sua vida ao Pai, e vendo quão puro seu coração é. Tão pequeno e já tão sensível a Deus. Saiba que suas lágrimas são a representação do ser humano lindo que você é.
Eu sempre quis ser mãe, e Deus me deu você como filho. Porque não é o parto que define uma mãe, mas sim, a disposição em amar. E eu te amo, amor, eu te amo incondicionalmente. Eu te amei quando sua mãe abriu o exame e era positivo, eu te amei quando escolhi seu nome, te amei quando te vi a primeira vez. Foi como se eu tivesse acabado de receber o melhor presente da minha vida. Eu te amei quando você andou pela primeira vez, te amei quando você me chamou de mãe sem que ninguém tivesse mandado, eu te amei quando cantava pra você dormir. Eu te amei quando estive chorando e você, com sua inocência, me pediu desculpas por algo que você não tinha feito e prometeu se comportar achando que tinha me magoado. Eu te amei quando descontei minhas frustrações brigando com você e quando pedi desculpa, você me abraçou e disse que desculpava. Eu te amei por cada segundo da minha vida e te amarei por toda a continuação dela.
Meu Dudu, meu filhotinho, meu menino de ouro, é uma honra ser sua tia! É um privilégio para nós, como sua família, ter você. Você nos ensina a ser melhor, você nos mostra que em meio ao caos, você é a paz. Eu não canso de agradecer a Deus por tudo que Ele tem me ensinado através de sua vida. Tão amável, tão educado, tão lindo, tão inteligente, tão, tão, tão...
Você parece mais comigo do que com sua mãe... até nos defeitos, somos um, né? Rsrs 
E eu espero que você se ame, mesmo que não aceite algumas coisas em você. Espero que você cresça com sabedoria, amor, dignidade, que todos esses sonhos lindos que você tem sejam concretizados, que você seja um homem realizado. Espero que em tudo você seja melhor que eu.
Saiba que você é a razão pela qual eu sigo em frente, você me dá coragem! Você aumenta minha fé, você é a esperança de dias melhores. 
Você é o amor que a vida me deu de presente 🎶
Feliz aniversário, vidinha! Obrigada por ser vida na minha vida. Obrigada por me deixar te amar e por me amar tanto. Obrigada por ser meu anjo.
Eu te amo, te amo, te amo, te amo, te amo, te amo, te amo, te amo ao infinito e além!
Eu nasci pra ser e sou do seu amor 🎶 💕 ❤️











terça-feira, 5 de setembro de 2017

Calem a boca, nordestinos!

Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!
Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?
Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?
Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?
Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial  Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!
E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.
Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.
Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…
Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…
E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…
Ah! Nordestinos…
Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?
Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.
Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!
Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!
Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!
Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!
Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!
Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.
Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.
Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”
Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!


Por José Barbosa Junior


E aquele velho (e tão comum) erro em julgar...

O cão era tão fiel que a mulher poderia deixar seu bebê com ele e sair para cuidar de outros assuntos. Ela sempre voltava e a criança dormindo profundamente com o cão fiel cuidando. Um dia algo aconteceu. A mulher, como de costume, deixou o bebê nas "mãos" deste cão fiel e foi às compras. Quando ela voltou, ela descobriu uma cena bastante desagradável, não era uma bagunça total. Berço do bebê foi desmantelado, suas fraldas e roupas rasgadas com manchas de sangue por todo o quarto onde ela deixou a criança e o cão. Chocada, a mulher perdeu o chão. De repente, ela viu o cão fiel saindo de debaixo da cama. Ele estava coberto de sangue e lambendo sua boca, como se tivesse acabado de uma refeição deliciosa. A mulher ficou com raiva e concluiu que o cão tinha devorado o bebê. Sem pensar muito, ela bateu no cão com uma madeira até a morte. Mas, como ela continuou procurando os "restos" de seu filho, ela viu uma outra cena. Perto da cama estava o bebê que, apesar de estar no chão, estava a salvo e sob a cama uma serpente em pedaços. Foi uma batalha feroz entre a cobra e o cão, que agora estava morto. Então a realidade veio à mulher, que entendeu o que aconteceu na sua ausência. O cão lutou para proteger o bebê da cobra faminta. Era tarde demais para ela agora para fazer as pazes, porque na sua impaciência e raiva, matou o cão fiel. Quantas vezes julgamos mal as pessoas e as rasgamos em pedaços com palavras duras e ações antes de ter tido tempo para avaliar a situação? É o pecado da presunção. Presumindo as coisas da nossa maneira, sem se dar ao trabalho de descobrir, exatamente, qual a real situação. Pouco de paciência pode reduzir drasticamente principais erros ao longo da vida. Quem é você para julgar mal agora? Não pense que você sabe o que os outros estão pensando. Tire um tempo para ter toda a verdade. 
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A ignorância e egoísmo do ser humano não tem limites...

Filhote de golfinho morre após ser retirado do mar para turistas fazerem selfie

As últimas imagens divulgadas na internet mostram o corpo do golfinho abandonado na areia — o que não impediu as pessoas de continuarem a tirar fotos.
Um golfinho jovem morreu com suspeita de desidratação depois de ser acariciado e fotografado por uma multidão de banhistas, que depois o abandonaram na areia.
O grupo de pessoas se reuniu ao redor do mamífero para fazer selfies depois que o animal foi encontrado em uma praia da Argentina.
O golfinho La Plata - também conhecido como o golfinho Franciscana,  pode viver até os vinte anos de idade.
As últimas imagens divulgadas na internet mostram o corpo do golfinho abandonado na areia — o que não impediu as pessoas de continuarem a tirar fotos.
O episódio fez com que a ONG Wildlife Foundation emitisse um comunicado público sobre esta espécie vulnerável, que só vive ao largo da costa da Argentina, Uruguai e Brasil.


Redação com informações do Daily Mail
17/02/2016

        
    

Todo brasileiro precisa ler isso...

Blogueiro britânico escreve sobre o Brasil e afirma que os brasileiros sofrem síndrome de “vira-lata” perante os EUA



Oi gente, tudo bem?!
Hoje vim falar de um blogueiro londrino que decidiu escrever de forma um tanto quanto indignada sobre como os brasileiros insistem em não reconhecer o quão maravilhoso o Brasil é, apesar dos problemas. Confere só:
” Pouco depois de chegar a São Paulo, fui a uma loja na Vila Madalena comprar um violão. O atendente, notando meu sotaque, perguntou de onde eu era. Quando respondi “de Londres”, veio um grande sorriso de aprovação. Devolvi a pergunta e ele respondeu: ‘sou deste país sofrido aqui’. Fiquei surpreso. Eu – como vários gringos que conheço que ficaram um tempo no Brasil – adoro o país pela cultura e pelo povo, apesar dos problemas. E que país não tem problemas?
O Brasil tem uma reputação invejável no exterior, mas os brasileiros, às vezes, parecem ser cegos para tudo exceto o lado negativo. Frustração e ódio da própria cultura foram coisas que senti bastante e me surpreenderam durante meus 6 meses no Brasil. Sei que há problemas, mas será que não há também exagero (no sentido apartidário da discussão)? Tem uma expressão brasileira, frequentemente mencionada, que parece resumir essa questão: complexo de vira-lata. A frase tem origem na derrota desastrosa do Brasil nas mãos da seleção uruguaia no Maracanã, na final da Copa de 1950. Foi usada por Nelson Rodrigues para descrever “a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.
E, por todo lado, percebi o que gradualmente comecei a enxergar como o aspecto mais ‘sofrido’ deste país: a combinação do abandono de tudo brasileiro, e veneração, principalmente, de tudo americano. É um processo que parece estrangular a identidade brasileira. Sei que é complicado generalizar e que minha estada no Brasil não me torna um especialista, mas isso pode ser visto nos shoppings, clones dos ‘malls’ dos Estados Unidos, com aquele microclima de consumismo frígido e lojas com nomes em inglês e onde mesmo liquidação vira ‘sale’. Pode ser sentido na comida.
Neste “país tropical” tão fértil e com tantos produtos maravilhosos, é mais fácil achar hot dog e hambúrguer do que tapioca nas ruas. Pode ser ouvido na música americana que toca nos carros, lojas e bares no berço do Samba e da Bossa Nova. Pode ser visto também no estilo das pessoas na rua. Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças. Mas, em Sampa, vi brasileiras com cabelo loiro descolorido por toda a parte. Para mim (aliás, tenho orgulho de ser mulato e afro-britânico), dá pena ver o esforço das brasileiras em criar uma aparência caucasiana.
Acabei concluindo que, na metrópole financeira que é São Paulo, onde o status depende do tamanho da carteira e da versão de iPhone que se exibe, a importância do dinheiro é simplesmente mais uma, embora a mais perniciosa, importação americana. As duas irmãs chamadas Exclusividade e Desigualdade caminham de mãos dadas pelas ruas paulistanas. E o Brasil tem tantas outras formas de riqueza que parece não exaltar… Um dos meus alunos de inglês, que trabalha em uma grande empresa brasileira, não parava de falar sobre a América do Norte.
Idealizou os Estados Unidos e Canadá de tal forma que os olhos dele brilhavam cada vez que mencionava algo desses países. Sempre que eu falava de algo que curti no Brasil, ele retrucava depreciando o país e dando algum exemplo (subjetivo) de como a América do Norte era muito melhor. O Brasil está passando por um período difícil e, para muitos brasileiros com quem falei sobre os problemas, a solução ideal seria ir embora, abandonar este país para viver um idealizado sonho americano. Acho esta solução deprimente.
Não tenho remédio para os problemas do Brasil, obviamente, mas não consigo me desfazer da impressão de que, talvez, se os brasileiros tivessem um pouco mais orgulho da própria identidade, este país ficaria ainda mais incrível. Se há insatisfação, não faz mais sentido tentar melhorar o sistema?
Destaco aqui o que vejo como um uma segunda colonização do Brasil, a colonização cultural pelos Estados Unidos, ao lado do complexo de vira-latas porque, na minha opinião, além de andarem juntos, ao mesmo tempo em que existe um exagero na idealização dos americanos, existe um exagero na rejeição ao Brasil pelos próprios brasileiros. É preciso lutar contra o complexo de vira-latas. Uma divertida, porém inspiradora, lição veio de um vendedor em Ipanema. Quando pedi para ele botar um pouco mais de ‘pinga’ na caipirinha, ele respondeu: “Claro, (mermão) meu irmão. A miséria tá aqui não!”
Viva a alma brasileira! Adam Smith – Do blog “Para inglês ver”.


Fonte: http://somosoutros.com/author/rafael/