Desejo que Julho seja um mês de bênçãos pra você. E não é só sobre ter, ganhar, mas ser.
Acredito que a maior das bênçãos seja tornar-se, todos os dias, um pouquinho.
Tornar-se melhor, mais sábio, mais pacífico, mais fiel, mais forte, mais competente, mais cooperativo, mais digno, mais amoroso. Menos sofrido, menos egoísta, menos inconformado, menos triste, menos reclamão, menos cético, menos grosseiro, menos infeliz.
Metade de 2024 já se passou, e cá pra nós, os anos estão passando cada vez mais rápido. Ou somos nós que estamos atropelando tudo e desaprendemos a contemplar a vida? Fica aí o questionamento.
Mas é um fato que 6 meses se passaram, e eu já posso ouvir Simone cantando "então é Natal, e o que você fez? O ano termina e nasce outra vez...", e quanto a isso, não é culpar Simone que precisamos (rsrsrs), mas sim, ter aproveitado devidamente o tempo que temos para sermos felizes e não ter dívidas quando a música for cantada.
Não estou falando de alta produtividade, mas de ter feito o que foi possível, com o que era possível fazer. Entende? Cabe a cada um de nós viver, sem deixar para depois ou para quando der, mas hoje. Nos queixamos do tempo passando exatamente por não estarmos vivendo ele.
Te encorajo (e a mim também!) a tomar as rédeas do que for possível e viver! Todos os dias, sem reservas, intencionalmente, com propósito. Que Julho, esse mês que marca o novo semestre, seja o início de novas decisões, da retomada de projetos, de olhar diferente para situações difíceis, de resolução de problemas, novas tentativas e acertos.
2024 segue seu curso e ainda não acabou. Pode não ter dado certo nos 6 primeiros meses? Pode. Pode ter sido difícil até aqui? Pode. Mas, te pergunto, o que você está disposto a fazer nos próximos 6 meses que ainda temos pela frente, para valer à pena ter vivido 2024? Quais coragens você deve ter para viver o que nunca viveu até o último dia desse ano?
E termino esse texto com uma frase que amo: "O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem." João Guimarães Rosa
Priscila Calheiros
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