domingo, 6 de outubro de 2013

[+] O impacto da análise científica do comportamento na mudança de compreensão sobre o ser humano.



O ser humano, ser subjetivo e em constante mudança há muito vem evoluindo e se desenvolvendo, tanto para seu crescimento quanto para seu declínio. Pesquisas comprovam que a tecnologia, o crescimento populacional, drogas e demais possibilidades favoreceram ao aumento demasiado de atitudes agressivas. O contexto familiar, social e cultural do indivíduo contribuem para a formação intelectual, moral e psicológica que lhe darão alicerces para sua trajetória. Porém, se o sujeito não vivenciar algumas etapas essenciais através de modelos construtivos em seu meio, essa lacuna poderá ser preenchida com ações que resultarão em um desvio de caráter. Contudo, nesse processo de evolução, deve-se salientar a busca por novas experiências, principalmente dos jovens que precisam se auto afirmar em seus grupos e nos demais meios aos quais estão inseridos, os colocando como fortes e invencíveis. Esses tendem a usar violência e agressividade como símbolo de poder, conquista e prestígio. Na era onde os valores se perderam, crianças são criadas como adultos, onde a falta de limite é o ápice do século, não é de se espantar que as cadeias tenham mais presos do que o limite por celas. Não que esteja certo agrupar pessoas de maneira desumana, porém, cada qual está ali por cometer algum delito. Sobretudo, no senso comum agressividade é uma questão de índole, já na literatura e em algumas teorias psicológicas, esta advém de um conjunto de fatores psicossociais que influenciam na conduta do sujeito enquanto cidadão que acaba por se tornar produto do meio. São indivíduos sem medos, temores ou até mesmo respeito a figuras de autoridade e as leis impostas. Portanto, o comportamento do ser humano na contemporaneidade é resultante de fatores internos e externos, configurando um quadro evolutivo em parte degradante, onde a educação tem sido falha, gerando comportamentos indisciplinados, movidos por causas equivocadas e analiticamente prejudiciais.


Priscila Calheiros

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