Autoridade: é a habilidade de levar as pessoas a fazerem de
boa vontade o que você quer por causa de sua influência pessoal.
(O monge e o executivo, p. 23)
(...) o poder corrói os relacionamentos.
(O monge e o executivo, p. 25)
O fenômeno que ocorre frequentemente com os adolescentes,
que chamamos de rebeldia, é muitas vezes uma reação ao poder que os dominou
dentro de casa por muito tempo.
(O monge e o executivo, p. 25)
Em palavras simples (...) liderar é conseguir que as coisas
sejam feitas através das pessoas.
(O monge e o executivo, p. 30)
A chave para a liderança é executar as tarefas enquanto
se constroem os relacionamentos.
(O monge e o executivo, p. 31)
Os líderes verdadeiramente grandes têm essa capacidade de
construir relacionamentos saudáveis.
(O monge e o executivo, p. 31)
A confiança é a cola que gruda os relacionamentos.
(O monge e o executivo, p. 34)
Se você não mudar a direção, terminará exatamente onde
começou. [Antigo provérbio chinês]
(O monge e o executivo, p. 35)
Seus sentimentos de respeito devem se expressar através de
suas ações de respeito.
(O monge e o executivo, p. 36)
Paradigmas são padrões psicológicos, modelos ou mapas que
usamos para navegar na vida.
(O monge e o executivo, p. 38)
(...) não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos.
(O monge e o executivo, p. 39)
(...) em vez de refletir sobre seus comportamentos e
enfrentar a árdua tarefa de mudar seus paradigmas, muitos se contentam em
permanecer para sempre paralisados em seus pequenos trilhos.
(O monge e o executivo, p. 40)
É melhor ser o cão-guia da matilha por três razões:
Primeira, é ele quem abre os caminhos; segunda, ele é o
primeiro a ver a paisagem; e terceira, ele não fica olhando para o rabo dos
outros o tempo todo!
(O monge e o executivo, p. 40)
(...) o papel do líder não é impor regras e dar ordens à
camada seguinte. Em vez disso, o papel do líder e servir.
(O monge e o executivo, p. 45)
(...) um líder é alguém que identifica e satisfaz as
necessidades legítimas de seus liderados e remove todas as barreiras para que
possam servir ao cliente.
(O monge e o executivo, p. 46)
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