Psicobiologia: Para alguns estudiosos, paixão é doença. A
psiquiatra italiana Donatella Marazziti, da Universidade de Pisa, constatou que
indivíduos apaixonados têm o nível de serotonina – molécula do cérebro que
regula o humor, a ansiedade e o sono – 40% mais baixo do que o normal. É a
mesma quantidade encontrada em portadores de transtorno obsessivo-compulsivo
[aquilo que chamamos de TOC], doença que se manifesta pela repetição insistente
de atos como lavar as mãos e fechar as gavetas.
Revista Emoções, 1996.
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